O projeto do Puerto Seco, gestado em Ponta Porã, foi apresentado oficialmente a autoridades de Pedro Juan Caballero. A proposta prevê operação aduaneira dos dois lados da linha internacional, e o começo das obras está previsto para novembro deste ano, em território brasileiro.

Quem apresentou foi Paula Consalter Campos, que ocupa a Secretaria de Governo de Ponta Porã. Do outro lado da mesa estava uma delegação paraguaia encabeçada pelo intendente municipal de Pedro Juan Caballero, Ever Salinas, acompanhado da presidente da Junta Municipal, Lourdes Amarilla, dos vereadores César Lesme e Jorge Medina, e de representantes do setor empresarial e da área de cadastro da comuna.

Onde o Puerto Seco vai ficar, dos dois lados

O desenho busca conexão com a Ruta PY05, que contorna Pedro Juan Caballero pela zona norte, na altura da Fracción Portal 1. Em Ponta Porã, o ponto indicado para o início das obras fica no setor próximo à Fortis Comercial.

O que já está definido, e o que depende do lado paraguaio

Está confirmado que a Receita Federal vai funcionar na área brasileira, o que resolve a operação aduaneira desse lado. Do lado paraguaio, ainda correm gestões para que a Aduana atue em pontos próximos. É essa peça que fecharia o circuito: sem ela, a carga trava de um lado só.

Os promotores tratam o Puerto Seco como política pública de integração, e não como obra de uma cidade só: o desenho é apresentado como benefício para as duas pontas da fronteira. Salinas manifestou disposição de trabalhar de forma coordenada para que o projeto se concretize.

O que ainda não se sabe sobre a obra

A apresentação não trouxe o custo da obra, quem paga a conta, o prazo de conclusão nem a data exata em que o canteiro abre. Também não há definição sobre quando a Aduana paraguaia vai operar no ponto pretendido: as gestões seguem em andamento.

Fontes consultadas

BF
Redação Bora Fronteira

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