Quem mora no Sul ou no Cone Sul de Mato Grosso do Sul e precisa de tratamento em centro médico de alta complexidade hoje enfrenta a viagem antes mesmo de embarcar: horas de estrada até o Aeroporto Internacional de Campo Grande, só para então pegar o voo de verdade. Se o pedido do deputado Zé Teixeira avançar, essa primeira etapa desaparece para moradores de Ponta Porã e região — o embarque passa a ser no aeroporto local.
A reivindicação, apresentada ao Governo do Estado, partiu originalmente de um pedido do vereador Tarciso, de Laguna Carapã, e pede a descentralização do embarque aéreo na área da saúde. A ideia é simples: usar Dourados e Ponta Porã como alternativas viáveis a Campo Grande, poupando pacientes já fragilizados e reduzindo o cansaço de quem os acompanha.
Por que a etapa terrestre pesa tanto
O trajeto até Campo Grande não é só distância — é desgaste extra para quem já está debilitado, e para o familiar que viaja junto. Encurtar esse trecho significa entregar o mesmo atendimento de saúde com menos horas de estrada e menos noites fora de casa antes mesmo de o tratamento começar.
O pedido é uma entre várias reivindicações que Zé Teixeira levou ao Governo do Estado na mesma pauta, ao lado da recuperação das rodovias MS-480 e MS-276, que ligam Nova Andradina a Rosana, em São Paulo.
Para quem mora no Sul e no Cone Sul de Mato Grosso do Sul e precisa viajar para tratamento de alta complexidade, a mudança ainda não está valendo. O pedido apresentado pelo deputado estadual Zé Teixeira (PL), a partir de uma solicitação do vereador Tarciso, de Laguna Carapã, busca permitir o uso dos aeroportos de Dourados e Ponta Porã no embarque e desembarque desses pacientes.
Como a proposta foi encaminhada ao Governo do Estado e não havia prazo de resposta divulgado até a publicação, pacientes e familiares devem acompanhar os próximos encaminhamentos antes de considerar os dois aeroportos como opção para essas viagens.

