A Comunidade Indígena Pirakuá passou a integrar o monitoramento sistemático do Aedes aegypti em Bela Vista. A instalação das primeiras armadilhas do tipo Ovitrampa no local amplia a vigilância sobre mosquitos que podem transmitir dengue, zika e chikungunya.

A Ovitrampa recolhe ovos para indicar a atividade reprodutiva dos mosquitos. Com esses dados, as equipes conseguem localizar áreas com maior presença dos vetores, acompanhar a distribuição deles e direcionar as medidas de prevenção e controle.

A ação foi informada pela Prefeitura de Bela Vista em 15 de outubro de 2026, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e do Centro de Controle de Vetores. A medida inclui o território indígena no trabalho regular de vigilância em saúde do município.

A implantação ocorreu depois que profissionais de Bela Vista participaram, em outubro de 2026, de uma capacitação no Polo Base de Antônio João, em Mato Grosso do Sul. O curso tratou do uso de ovitrampas para acompanhar o Aedes aegypti e o Aedes albopictus em territórios indígenas.

A nova etapa permite identificar riscos mais cedo e oferece informações técnicas para organizar o trabalho das equipes de campo. A Prefeitura afirma que a estratégia também amplia as ações preventivas voltadas às comunidades indígenas do município.