7 de novembro de 2026: essa é a data marcada pra Marcha para Jesus em Ponta Porã, que chega com apoio institucional confirmado tanto da Prefeitura Municipal quanto do Governo de Mato Grosso do Sul.

Prefeitura e Conselho de Pastores selam apoio

O apoio foi reafirmado em reunião entre o prefeito Eduardo Campos e o CONPEPP, o Conselho de Pastores de Ponta Porã, responsável por organizar o evento. No encontro, as lideranças discutiram a estrutura necessária para a Marcha e a parceria institucional com o município. O CONPEPP já havia avançado, no mês anterior, nas articulações junto ao Governo do Estado, garantindo apoio estadual para a edição deste ano.

Uma marcha plural, com muitas igrejas juntas

Quem for às ruas em novembro vai encontrar uma organização que reúne diferentes denominações cristãs. A proposta do Conselho de Pastores é construir uma marcha plural dentro do segmento cristão, juntando diferentes comunidades em torno de uma programação comum de caminhada, música, oração e manifestações públicas de fé.

Uma tradição com respaldo em lei, desde 2013

Quem participa da Marcha em Ponta Porã integra uma data com reconhecimento formal há mais de uma década: a Lei Municipal nº 3.946, sancionada em 28 de junho de 2013, instituiu o Dia Municipal da Marcha para Jesus, comemorado anualmente em novembro. Na mesma época, a Lei Municipal nº 3.945 autorizou o Executivo a celebrar parcerias com organizações religiosas para projetos culturais de natureza gospel.

A tradição é ainda mais antiga em nível nacional: o movimento chegou ao Brasil em 1993, quando a primeira edição brasileira, em São Paulo, reuniu centenas de milhares de participantes numa caminhada pelo centro da capital paulista. Em 3 de setembro de 2009, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei Federal nº 12.025, que instituiu o Dia Nacional da Marcha para Jesus, comemorado no primeiro sábado após 60 dias do Domingo de Páscoa.

Com o apoio institucional já reafirmado, o CONPEPP segue agora na organização da estrutura para novembro. A expectativa é reunir igrejas de diferentes denominações, famílias e participantes de toda a região de fronteira.